Contra mão nas AE's - parte II

Vem a publico hoje mais um desenvolvimento sobre o acidente da passada madrugada de Domingo, onde na A3 um veiculo circulou na contra-mão cerca de 20km até embater num veiculo que vinha no sentido Valença-Porto.
Segundo relato de mais uma testemunha, esta contactou pelas 4h15 o 112, alertando para o facto de ter visto um veiculo a circular em contra-mão. Segundo o mesmo, 2 aspectos são flagrantes:
1 - no contacto para o 112, recebeu a indicação que o relato do incidente estava já registado
2 - ao entrar na AE, no nó de Ponte de Lima (proveniente das festas dessa cidade), deparou com 4 brigadas da BT que efectuavam operações stop.
O acidente ocorreu às 4h37.
Será que podia ter sido evitado?
Porque não entraram as viaturas da BT na AE, de forma a interceptarem o infractor? Em 22 minutos, fazem-se muitos kms, mesmo a 120km/h...
E por que regras de segurança se rege a BRISA? Porque razão não foram fechadas as entradas da AE nos nós mais próximos por onde circulava o veiculo, ainda para mais numa noite de festa onde circulavam bastantes veiculos na AE? Se assim tivesse sido, provavelmente o acidente não se tinha dado, pois o BMW que colidiu de frente com a carrinha de brinquedos tinha acabado de entrar no nó próximo do local do acidente...
Caras entidades reguladoras e gestoras, porque não um inquérito à situação e às condições gerais de segurança nas AE's? Só se fazem às pontes que lhes passam por cima? São vários os exemplos de falta de segurança por essas AE's, de Norte a Sul, desde piso irregular e não drenante a deficiente sinalização...
Até quando continuaremos a pagar exorbitancias por portagens, não tendo em troca AE's ao nivel da Europa?

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