O ditador de Baião

No Público de quarta-feira vem uma descrição pormenorizada da Assembleia Municipal de Baião presidida pelo General Carlos Azeredo. Nessa assembleia cada interveniente tinha trinta segundos para usar da palavra, findo os quais o generalíssimo parava o cronómetro, passava ao seguinte e assim sucessivamente, entre outros episódios dignos de um verdadeiro fascizóide.
Perante a ameaça de abandono por parte de alguns deputados regionais, o general foi muito claro: " Terão falta injustificada."
Ou seja, num local onde se deveriam discutir os problemas do concelho de Baião, assistimos a um verdadeiro circo.

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