Interrupção voluntária de gravidez

Um médico, sete mulheres e nove outras pessoas voltam hoje ao Tribunal de Aveiro para a segunda sessão do julgamento de um processo de aborto. Depois de o bispo do Porto ter considerado, em entrevista ao jornal Expresso, que a interrupção voluntária da gravidez não deve ser penalizada, os partidos do Governo mostram agora abertura para voltar e discutir o tema e admitem mesmo a sua descriminalização.
A juventude socialista encontra-se neste momento a recolher assinaturas para realizar uma petição ao presidente da assembleia da república para que o tome volte a ser discutido.
Eu acho que é importante as mulheres puderem decidir o que fazer do seu corpo e não um estado qualquer.
Sou desfavoravel a interrupção de gravidez e se tivesse tido um filho nessas situações tudo teria feito para que ele nascesse mas se a minha companheira não quisesse ela deveria ter o direito de opção.

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